quarta-feira, 3 de julho de 2013

2013.07.04


PARÓQUIA DE ALMODÔVAR


 Quinta, 04 de Julho


Esquema da página:

        I.            Liturgia do dia
     II.            Oração bíblica na base das leituras da Missa do dia
   III.            Intenções do Apostolado da Oração para o mês corrente
  IV.            Atividades paroquiais


Quinta da XIII semana do Tempo Comum


Quinta
Santa Isabel de Portugal

04 de julho

Nota histórica

 Isabel, filha dos reis de Aragão, nasceu no ano 1271. Era ainda muito jovem quando foi dada em casamento ao rei de Portugal; teve dois filhos. Dedicou-se de modo singular à oração e às obras de misericórdia, e suportou infortúnios e dificuldades com grande fortaleza de ânimo. Depois da morte de seu marido, distribuiu os seus bens pelos pobres e tomou o hábito da Ordem Terceira de S. Francisco. Morreu no ano 1336, quando mediava o acordo de paz entre seu filho e seu genro.
 ____________________

Missa

ANTÍFONA DE ENTRADA Prov 31, 20.26
Abriu as mãos ao pobre, estendeu os braços ao indigente.
Nos seus lábios estava a lei do Senhor.

ORAÇÃO COLETA
Senhor nosso Deus, fonte de paz e de amor, que destes a Santa Isabel de Portugal o dom de reconciliar os homens desavindos, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de trabalhar ao serviço da paz para podermos ser chamados filhos de Deus. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

LEITURA I (anos ímpares) Gen 22, 1-19
O sacrifício do nosso pai Abraão

Leitura do Livro do Génesis

Naqueles dias, Deus quis pôr à prova Abraão e chamou-o: «Abraão!» Ele respondeu: «Aqui estou». Deus disse: «Toma o teu filho, o teu único filho, a quem tanto amas, Isaac, e vai à terra de Moriá, onde o oferecerás em holocausto, num dos montes que Eu te indicar». Abraão levantou-se de manhã cedo, aparelhou o jumento, tomou consigo dois dos seus servos e o seu filho Isaac. Cortou a lenha para o holocausto e pôs-se a caminho do local que Deus lhe indicara. Ao terceiro dia, Abraão ergueu os olhos e viu de longe o local. Disse então aos servos: «Ficai aqui com o jumento. Eu e o menino iremos além fazer adoração e voltaremos para junto de vós». Abraão apanhou a lenha do holocausto e pô-la aos ombros do seu filho Isaac. Depois, tomou nas mãos o fogo e o cutelo e seguiram juntos o caminho. Isaac disse a Abraão: «Meu pai». Ele respondeu: «Que queres, meu filho?» Isaac prosseguiu: «Temos aqui fogo e lenha; mas onde está o cordeiro para o holocausto?» Abraão respondeu: «Deus providenciará o cordeiro para o holocausto, meu filho». E continuaram juntos o caminho. Quando chegaram ao local designado por Deus, Abraão levantou um altar e colocou a lenha sobre ele, atou seu filho Isaac e pô-lo sobre o altar, em cima da lenha. Depois, estendendo a mão, puxou do cutelo para degolar o filho. Mas o Anjo do Senhor gritou-lhe do alto do Céu: «Abraão, Abraão!» «Aqui estou, Senhor», respondeu ele. O Anjo prosseguiu: «Não levantes a mão contra o menino, não lhe faças mal algum. Agora sei que na verdade temes a Deus, uma vez que não Me recusaste o teu filho, o teu filho único». Abraão ergueu os olhos e viu atrás de si um carneiro, preso pelos chifres num silvado. Foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto, em vez do filho. Abraão deu ao local este nome: «O Senhor providenciará». E ainda hoje se diz: «Sobre a colina o Senhor providenciará». O Anjo do Senhor chamou Abraão, do Céu, pela segunda vez, e disse-lhe: «Por Mim próprio te juro – oráculo do Senhor – já que assim procedeste, e não Me recusaste o teu filho, o teu filho único, abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência como as estrelas do céu e como a areia que está nas praias do mar, e a tua descendência conquistará as portas das cidades inimigas. Porque obedeceste à minha voz, na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra». Abraão foi ter de novo com os seus servos e juntos puseram-se a caminho de Bersabé, onde Abraão ficou a morar.

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 114 (116), 1-2.3-4.5-6.8-9(R. 9)
Refrão: Andarei na presença do Senhor sobre a terra dos vivos. Repete-se
Ou: Caminharei na terra dos vivos na presença do Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Amo o Senhor,
porque ouviu a voz da minha súplica.
Ele me atendeu
no dia em que O invoquei. Refrão

Apertaram-me os laços da morte,
caíram sobre mim as angústias do além,
vi-me na aflição e na dor.
Então invoquei o Senhor:
«Senhor, salvai a minha alma». Refrão

Justo e compassivo é o Senhor,
o nosso Deus é misericordioso.
O Senhor guarda os simples:
estava sem forças e o Senhor salvou-me. Refrão

Livrou da morte a minha alma,
das lágrimas os meus olhos, da queda os meus pés.
Andarei na presença do Senhor,
sobre a terra dos vivos. Refrão

ALELUIA 2 Cor 5, 19
Refrão: Aleluia Repete-se

Em Cristo, Deus reconcilia o mundo consigo
e confiou-nos a palavra da reconciliação. Refrão

EVANGELHO Mt 9, 1-8
«Glorificaram a Deus por ter dado tal poder aos homens»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo seg. São Mateus

Naquele tempo, Jesus subiu para um barco, atravessou o mar e foi para a cidade de Cafarnaum. Apresentaram-Lhe então um paralítico que jazia numa enxerga. Ao ver a fé daquela gente, Jesus disse ao paralítico: «Filho, tem confiança; os teus pecados estão perdoados». Alguns escribas disseram para consigo: «Este homem está a blasfemar». Mas Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse: «Porque pensais mal em vossos corações? Na verdade, que é mais fácil: dizer: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te e anda’? Pois bem. Para saberdes que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados, ‘Levanta-te – disse Ele ao paralítico – toma a tua enxerga e vai para casa’. O homem levantou-se e foi para casa. Ao ver isto, a multidão ficou cheia de temor e glorificava a Deus por ter dado tal poder aos homens.

Palavra da salvação


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Recebei, Senhor, os dons do vosso povo, ao celebrarmos o memorial da caridade infinita do vosso Filho, e, pelo exemplo e intercessão de Santa Isabel, confirmai-nos no amor para convosco e para com o próximo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

ANTÍFONA DA COMUNHÃO Mt 5, 7-9
Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacíficos,
porque serão chamados filhos de Deus.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Senhor, que nos alimentastes nestes santos mistérios, dai-nos a graça de seguir o exemplo de Santa Isabel, que se consagrou a Vós de todo o coração e praticou incansavelmente a caridade para com o vosso povo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


Liturgia das horas

De um Sermão atribuído a São Pedro Crisólogo, bispo

(Sobre a paz: PL 52, 347-348) (Sec. V)

Bem-aventurados os pacíficos


Diz o Evangelista: Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Com razão florescem as virtudes cristãs naquele que possui a harmonia da paz cristã, porque não merecem o nome de filhos de Deus senão os que trabalham pela paz.
É a paz, caríssimos, que liberta o homem da sua condição de escravo e lhe dá o título de livre, que muda a sua condição perante Deus, transformando-o de servo em filho, de escravo em homem livre. A paz entre os irmãos é a realização da vontade de Deus, a alegria de Cristo, a perfeição da santidade, a norma da justiça, a mestra da doutrina, a guarda dos bons costumes e a justa ordem em todas as coisas. A paz é a recomendação das nossas orações, o caminho mais fácil e eficaz para as nossas súplicas, a realização perfeita de todos os nossos desejos. A paz é a mãe do amor, o vínculo da concórdia e o claro indício da pureza da alma, capaz de exigir de Deus tudo o que quer: pede tudo o que quer e recebe tudo o que pede. A paz deve conservar-se a todo o custo, segundo os mandamentos do nosso Rei. É o que diz Cristo nosso Senhor: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. O que equivale a dizer: «Deixo-vos em paz, em paz vos quero encontrar». Ele quis dar, ao partir, aquilo que deseja encontrar em todos no seu regresso.
É mandamento do Céu conservarmos a paz que nos foi dada; uma só palavra resume o que desejou Cristo na despedida: voltar a encontrar o que nos deixou. Plantar e enraizar a paz é obra de Deus; arrancá-la de raiz é obra do Inimigo. Porque, assim como o amor fraterno provém de Deus, assim o ódio vem do demónio. Por isso devemos apartar de nós toda a espécie de ódio, pois está escrito: Quem odeia o seu irmão é homicida.
Vedes portanto, amados irmãos, a razão por que devemos amar a paz e estimar a concórdia: são elas que geram e alimentam a caridade. Sabeis, como diz o Apóstolo, que a caridade vem de Deus. Está, portanto, longe de Deus quem não tem caridade.
Por conseguinte, irmãos, guardemos estes mandamentos que são fonte de vida, Procuremos conservar-nos sempre unidos no amor fraterno pelos laços duma paz profunda e fortalecer o amor recíproco mediante o salutar vínculo da paz, que cobre a multidão dos pecados. Seja a maior aspiração da nossa alma este amor fraterno, que traz consigo todo o bem e todo o prémio. A paz é virtude que devemos conservar com grande empenho, porque onde há paz aí habita Deus.
Amai a paz e em tudo encontrareis tranquilidade de espírito. Deste modo assegurareis o nosso prémio e a vossa alegria, e a Igreja de Deus, fundada na unidade da paz, manter-se-á fiel aos ensinamentos de Cristo.



«Porque Me viste acreditaste:
felizes os que acreditam sem terem visto».

Jesus
                   
MÉTODO DE ORAÇÃO BÍBLICA


     1. Leitura: Lê, respeita, situa o que lês
     - Detém-te no conteúdo de fé e da passagem que leste

     2. Meditação: Interioriza, dialoga, atualiza o que leste

     - Deixa que a passagem da Palavra de Deus que leste “leia a tua vida” 
     3. Oração: Louva o Senhor, suplica, escuta

     - Dirige-te a Deus que te falou através da Sua Palavra


LEITURA: - Gen 22, 1-19: “Pela fé, Abraão posto à prova ofereceu Isaac, seu filho único, que havia recebido as promessas. Pensava ele que Deus era até capaz de ressuscitar alguém de entre os mortos; e assim ele recobrou o filho, como figura das realidades futuras” (Hebr 11, 17-19). O sacrifício de Abraão prefigura o sacrifício da Cruz, donde surge a ressurreição.

Mt 9, 1-8: Ao mesmo tempo que revela o seu poder sobre as próprias leis da natureza, Jesus mostra que também tem o poder de perdoar os pecados. E é sempre em seu nome que a Igreja os continuará a perdoar, ela que é o sacramento universal da salvação, como disse o Concílio, que torna presente, no meio dos homens, a obra da salvação realizada pelo Senhor.

MEDITAÇÃO: O evangelista vai ao essencial: Todo aquele que se aproxima de Jesus o faz com fé. Esta é a chave fundamental para interpretar o milagre que Mateus descreve. Era crença popular que as doenças eram fruto do pecado. Daí que a atitude de Jesus provoque escândalo nos fariseus.
Os milagres são o sinal do poder curativo (santificador) de Jesus, fruto do seu amor e compaixão por aquele que sofre. O pecado os afasta do Pai e dos irmãos. Por isso Ele preocupa-se com a saúde interior, que está na base de muitos dos nossos males externos. O que é que nos está paralisando? Sacrificamos o mais valioso na obediência a Deus?

ORAÇÃO:
- Senhor nosso Deus, concedei-nos  a graça de trabalhar ao serviço da paz para podermos ser chamados filhos de Deus.



INTENÇÕES DO SANTO PADRE - JULHO
Intenção Geral: Jornada Mundial da Juventude:
Para que a Jornada Mundial da Juventude no Brasil anime todos os jovens cristãos a tornarem-se discípulos e missionários do Evangelho.
Intenção Missionária: Evangelização na Ásia:
Para que, na Ásia, se abram as portas aos mensageiros do Evangelho.



ATIVIDADES PAROQUIAIS
                                    
                                      09.00 horas: Missa em Almodôvar
                                     21.00 horas: adoração ao Santíssimo
                           





terça-feira, 2 de julho de 2013

2013.06.03


PARÓQUIA DE ALMODÔVAR


 Quarta, 03 de Julho


Esquema da página:

        I.            Liturgia do dia
     II.            Oração bíblica na base das leituras da Missa do dia
   III.            Intenções do Apostolado da Oração para o mês corrente
  IV.            Atividades paroquiais


Quarta da XIII semana do Tempo Comum



Quarta
. TOMÉ, Apóstolo
3  Julho


Nota Histórica

Tomé é conhecido entre os Apóstolos especialmente pela sua incredulidade que se desvaneceu na presença de Cristo ressuscitado; ele proclamou a fé pascal da Igreja: «Meu Senhor e meu Deus». Sobre a sua vida nada se sabe ao certo, além dos pormenores contidos no Evangelho. Diz-se que pregou o Evangelho na Índia. Desde o séc. VI celebra-se no dia 3 de Julho a memória da trasladação do seu corpo para Edessa.

Missa
ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Salmo 117, 28
Eu Vos dou graças, porque sois o meu Deus.
Eu Vos glorifico, porque sois o meu Salvador.

Diz-se o Glória.

ORAÇÃO COLECTA
Concedei-nos, Deus omnipotente,
a graça de celebrar com alegria a festa do apóstolo São Tomé,
de modo que, ajudados pela sua intercessão,
tenhamos a vida pela fé em Jesus Cristo,
que ele reconheceu como Senhor.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I Ef 2, 19-22

«Edificados sobre o alicerce dos Apóstolos»

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios

Irmãos:
Já não sois estrangeiros nem hóspedes,
mas sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus,
edificados sobre o alicerce dos Apóstolos e dos Profetas,
que tem Cristo como pedra angular.
Em Cristo, toda a construção, bem ajustada,
cresce para formar um templo santo do Senhor;
e em união com Ele, também vós sois integrados na construção,
para vos tornardes, no Espírito Santo, morada de Deus.

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 116 (117), 1.2 (R. Mc 16, 15)
Refrão: Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho.

Louvai o Senhor, todas as nações,
aclamai-O, todos os povos.

É firme a sua misericórdia para connosco,
a fidelidade do Senhor permanece para sempre.

ALELUIA Jo 20, 29
Refrão: Aleluia. Repete-se
Disse o Senhor a Tomé:
«Porque Me viste, acreditaste;
felizes os que acreditam sem terem visto. Refrão

EVANGELHO Jo 20, 24-29
«Meu Senhor e meu Deus!»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo,
Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo,
não estava com eles quando veio Jesus.
Disseram-lhe os outros discípulos:
«Vimos o Senhor».
Mas ele respondeu-lhes:
«Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos,
se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado,
não acreditarei».
Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa
e Tomé com eles.
Veio Jesus, estando as portas fechadas,
apresentou-Se no meio deles e disse:
«A paz esteja convosco».
Depois disse a Tomé:
«Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos;
aproxima a tua mão e mete-a no meu lado;
e não sejas incrédulo, mas crente».
Tomé respondeu-Lhe:
«Meu Senhor e meu Deus!».
Disse-lhe Jesus:
«Porque Me viste acreditaste:
felizes os que acreditam sem terem visto».

Palavra da salvação.

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Nós Vos apresentamos, Senhor,
a homenagem do nosso ministério,
na festa do apóstolo São Tomé,
e Vos pedimos que conserveis em nós os vossos dons
ao celebrarmos este sacrifício de louvor.
Por Nosso Senhor.

Prefácio dos Apóstolos

ANTÍFONA DA COMUNHÃO cf. Jo 20, 27
Disse Jesus a Tomé:
Com a tua mão reconhece o lugar dos cravos.
Não sejas incrédulo, mas fiel.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Deus eterno e todo-poderoso,
que nos destes neste sacramento
o Corpo do vosso Filho Unigénito,
fazei que, acreditando, com São Tomé,
que Ele é nosso Deus e Senhor,
dêmos testemunho, em palavras e obras,
desta fé que professamos. Por Nosso Senhor.

Liturgia das horas

Das Homilias de São Gregório Magno, papa,
sobre os Evangelhos

(Hom. 26, 7-9: PL 76, 1201-1202) (Sec. VI)

Meu Senhor e meu Deus



Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Só este discípulo estava ausente; e, ao voltar e ouvir contar o que acontecera, negou-se a acreditar no que ouvia. Veio outra vez o Senhor e apresentou ao discípulo incrédulo o seu lado para que lhe pudesse tocar, mostrou-lhe as mãos e, mostrando-lhe também a cicatriz das suas chagas, curou a ferida daquela incredulidade. Que pensais, irmãos caríssimos, de tudo isto? Julgais porventura ter acontecido por acaso que aquele discípulo estivesse ausente naquela ocasião, que ao voltar ouvisse contar, que ao ouvir duvidasse, que ao duvidar tocasse e que ao tocar acreditasse?
Tudo isto não aconteceu por acaso, mas por disposição da providência divina. A bondade de Deus atuou de modo admirável, a fim de que aquele discípulo que duvidara, ao tocar as feridas do corpo do seu Mestre curasse as feridas da nossa incredulidade. Mais proveitosa foi para a nossa fé a incredulidade de Tomé do que a fé dos discípulos que não duvidaram; porque, enquanto ele é reconduzido à fé porque pôde tocar, a nossa alma põe de parte toda a dúvida e confirma-se na fé. Deste modo, o discípulo que duvidou e tocou, tornou-se testemunha da realidade da ressurreição. Tocou e exclamou: Meu Senhor e meu Deus. Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, acreditaste. Ora, como o apóstolo Paulo diz: A fé é o fundamento dos bens que se esperam, a prova das realidades que não se vêem, torna-se claro que a fé é a prova da verdade daquelas coisas que não podemos ver. Pois aquilo que se vê já não é objecto de fé, mas de conhecimento directo. Então, se Tomé viu e tocou, porque é que lhe diz o Senhor: Porque me viste, acreditaste? É que ele viu uma coisa e acreditou noutra. A divindade não podia ser vista por um mortal. Ele viu a humanidade de Jesus e fez profissão de fé na sua divindade exclamando: Meu Senhor e meu Deus. Portanto, tendo visto acreditou, porque tendo à sua vista um homem verdadeiro, exclamou que era Deus, a quem não podia ver.
Muita alegria nos dá o que se segue: Felizes os que não viram e acreditaram. Por esta frase, não há dúvida que somos nós especialmente visados, pois não O vimos em sua carne, mas possuímo-l’O no nosso espírito. Somos nós visados, desde que as obras acompanhem a nossa fé. Na verdade só acredita verdadeiramente aquele que procede segundo a fé que professa. Pelo contrário, daqueles que têm fé apenas de palavras, diz São Paulo: Professam conhecer a Deus, mas negam-n’O por obras. A este respeito diz São Tiago: A fé sem obras é morta.



«Porque Me viste acreditaste:
felizes os que acreditam sem terem visto».

Jesus
                   
MÉTODO DE ORAÇÃO BÍBLICA


     1. Leitura: Lê, respeita, situa o que lês
     - Detém-te no conteúdo de fé e da passagem que leste

     2. Meditação: Interioriza, dialoga, atualiza o que leste

     - Deixa que a passagem da Palavra de Deus que leste “leia a tua vida” 
     3. Oração: Louva o Senhor, suplica, escuta

     - Dirige-te a Deus que te falou através da Sua Palavra


LEITURA: - Identificam-se o Crucificado e o Ressuscitado – ver a apalpar as chagas das mãos e do peito. É o Mesmo, embora em diversa forma de existir. O Ressuscitado é a plena participação da vida divina por um humano.

MEDITAÇÃO: É a presença do Ressuscitado que transforma o grupo dos discípulos. Desaparecem os medos, enchem-se de uma alegria desconhecida e recuperam a paz. Descobrem o sopro da vida sobre eles e abrem as portas: sentem-se enviados a viver a mesma missão que ele recebera do Pai. Temos necessidade de viver da sua presença, dos seus critérios e do seu Espírito. Numa palavra: deixar que seja Ele o inspirador da nossa ação.

ORAÇÃO:
- Senhor, que pela vossa graça nos tornastes filhos da luz, concedei que  nos deixemos seduzir por Ti.



INTENÇÕES DO SANTO PADRE - JULHO
Intenção Geral: Jornada Mundial da Juventude:
Para que a Jornada Mundial da Juventude no Brasil anime todos os jovens cristãos a tornarem-se discípulos e missionários do Evangelho.
Intenção Missionária: Evangelização na Ásia:
Para que, na Ásia, se abram as portas aos mensageiros do Evangelho.




ATIVIDADES PAROQUIAIS
                            09.00 horas: Missa em Almodôvar
                            21.00 horas: ensaio de canto
                           
                           



O grupo do Movimento dos Cursos de Cristandade de Almodôvar, teve hoje o seu momento de convívio no Parque das Merendas. Foi um desejarmos mutuamente boas férias , mas também de partilharmos a amizade e o ideal de viver de Jesus e de continuar a sua missão no nosso meio. Há muito para caminhar, mas também graças Àquele  que  nos chamou, muito caminho já foi  percorrido…

Elementos do Grupo do Movimento de Cursistas  durante o convívio.


A Voz do Pastor:
Emigrar e peregrinar

1. À procura de melhor vida
Devido à crise económica que Portugal e outros países atravessam, muitas pessoas deixam as suas terras e tentam encontrar noutros países aquilo que não encontram perto, trabalho melhor remunerado e condições de vida mais satisfatórias. Nisto reside a principal causa da emigração em massa, de gente nova bem formada e com especialização profissional, mas também de outras pessoas em idade ativa, que não resignam perante o desemprego ou o subemprego. Muitos milhares de portugueses tem emigrado nos últimos tempos, para todas as partes do mundo e não apenas para os países da comunidade europeia. Ao mesmo tempo, muitos imigrantes, que procuraram em Portugal melhores condições de vida, estão a regressar aos seus países de origem ou a emigrar para outros.
Esta convulsão social afeta profundamente o panorama do nosso pais, que envelhece rapidamente e diminui a população ativa, com reflexos na estabilidade familiar, escolar e também eclesial. Por isso a Igreja em Portugal sente a urgência em acompanhar este fluxo de pessoas, como aconteceu no tempo dos descobrimentos e também há 50 anos, quando se fundou a Obra Católica Portuguesa das Migrações. Para estudar a melhor maneira de acompanhar as famílias e os seus emigrantes estão reunidos em Vila Real, durante esta primeira semana de julho, os secretariados diocesanos da mobilidade humana com as estruturas da conferência episcopal encarregadas deste setor e de 11 a 18 de agosto vamos celebrar a 41ª semana nacional de migrações, que este ano tem como lema: peregrinação de fé e de esperança. Terá como ponto alto a peregrinação do migrante ao santuário de Fátima, nos dias 12 e 13 de agosto, presidida pelos bispos da Comissão episcopal e pelo arcebispo do Luxemburgo, onde vive uma numerosa comunidade de língua portuguesa.
Que pode a Igreja fazer pelos emigrantes e pelas famílias afetadas por este fenómeno? Com o olhar clarividente de Jesus Cristo e o seu coração misericordioso e compassivo, temos de também nos fazer ao largo e não ficar a lastimar-nos como o velho do Restelo, contentando-nos com uma pastoral de manutenção do pequeno resto. Não se trata de abandonar os nossos lugares de missão, mas de os alargar para lá onde se encontram as pessoas, dentro do espírito missionário e da colaboração com as Igrejas dos países de acolhimento dos nossos emigrantes. Temos de ser mais pró-ativos, missionários e colaborantes com a Igreja católica, como o foram os nossos antepassados, embora dispusessem de menos meios de conhecimento e de ação. Apesar do seu exíguo presbitério, a diocese de Beja está a colaborar com a Igreja do Reino Unido, em Londres, onde reside uma numerosa comunidade de língua portuguesa, creio que superior ao número de habitantes da área diocesana. É o padre Pedro Rodrigues, há quase 6 anos entre os nossos emigrantes.

2. Peregrinos de Fátima
Durante dois dias muitos diocesanos de Beja também emigraram das suas terras, ou dito com mais propriedade, peregrinaram até Fátima, para aí exprimirem a sua fé e devoção mariana e se congregarem em grande assembleia, formada por alentejanos e muitos outros peregrinos das mais diversas partes do mundo. Fiquei emocionado e disse-o na homilia do dia 30, ao ver tantos diocesanos juntos e unidos à volta da imagem de Nossa Senhora de Fátima, por ela conduzidos até ao trono e fonte da graça, Jesus Cristo. Nunca em Beja consegui juntar tantos diocesanos e tanto clero com os seus paroquianos. É o fenómeno de Fátima e de Nossa Senhora. Só ela nos desinstala, torna peregrinos de Deus e enche o nosso coração.
Sei que as grandes emoções passam depressa. Vivemos num mundo e num tempo de mudanças céleres e precisamos de parar um pouco, em reflexão e contemplação do mistério de Deus e da nossa vida, para não nos esvaziarmos do cerne da humanidade, que promana de Deus e nos é comunicado pelo seu Espírito na comunhão dos santos.
Nos limites desta breve nota fica o apelo para, de vez em quando, em grupo, nas comunidades paroquiais, nos movimentos ou a sós, reavivarmos esta condição de peregrinos. Estamos a realizar um sínodo, isto é, a tentar unir as forças, a fé e a vida de todos os diocesanos, para descobrirmos a nossa missão como cristãos nos diferentes ambientes e locais do Baixo Alentejo e do Alentejo Litoral.
Talvez ainda não tenhamos descoberto o caminho do nosso peregrinar como Igreja diocesana e os meios e apoios de que dispomos para ir percorrendo as diversas etapas dessa peregrinação. Apetece-me apontar uma das orações de S. Francisco de Assis, o inspirador do atual Papa, como inspiração desse caminho: Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz. Onde há ódio, que eu leve o Amor; Onde há ofensa, que eu leve o Perdão; Onde há discórdia, que eu leve a União; Onde há dúvida, que eu leve a Fé. Onde há erro, que eu leve a Verdade; Onde há desespero, que eu leve a Esperança; Onde há tristeza, que eu leve a Alegria; Onde há trevas, que eu leve a Luz.
Oh Mestre, fazei que eu procure menos ser consolado do que consolar; Ser compreendido do que compreender; Ser amado do que amar. Porque é dando que se recebe; É perdoando que se é perdoado; É morrendo que se ressuscita para a Vida Eterna.

† António Vitalino, bispo de Beja



segunda-feira, 1 de julho de 2013

2013.07.02


PARÓQUIA DE ALMODÔVAR


 Terça, 02 de Julho


Esquema da página:

        I.            Liturgia do dia
     II.            Oração bíblica na base das leituras da Missa do dia
   III.            Intenções do Apostolado da Oração para o mês corrente
  IV.            Atividades paroquiais


Terça da XIII semana do Tempo Comum



Terça
ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Salmo 46, 2
Louvai o Senhor, povos de toda a terra,
aclamai a Deus com brados de alegria.


ORAÇÃO COLETA
Senhor, que pela vossa graça nos tornastes filhos da luz,
não permitais que sejamos envolvidos pelas trevas do erro,
mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I (anos ímpares) Gen 19, 15-29
«O Senhor fez chover sobre Sodoma e Gomorra enxofre e fogo»

Leitura do Livro do Génesis

Naqueles dias, os Anjos que se tinham hospedado em casa de Lot insistiram com ele, dizendo: «Levanta-te, toma a tua esposa e as duas filhas que aqui estão, para que não pereças no castigo de Sodoma». E, como ele hesitasse, os homens tomaram-no pela mão, assim como à esposa e às duas filhas, porque o Senhor queria poupá-los. Quando os levavam para fora da cidade, um deles disse: «Foge, se queres salvar a vida. Não olhes para trás, nem te demores em nenhum lugar da planície. Foge para os montes, para não pereceres». Lot respondeu: «Isso não, meu Senhor, eu te peço. O teu servo encontrou graça a teus olhos e mostraste-me uma grande misericórdia, salvando-me a vida. Mas não posso fugir para os montes, sem que a desgraça caia sobre mim e eu morra. Olha, perto daqui há uma pequena cidade, onde posso refugiar-me e escapar do perigo. Como a cidade é pequena, ali salvarei a vida». Ele respondeu: «Está bem. Concedo-te ainda esta graça: não destruirei a cidade de que falas. Foge depressa para lá, porque nada posso fazer, enquanto não tiveres lá chegado». – É por isso que se deu àquela cidade o nome de Soar –. Começava o sol a aparecer sobre a terra, quando Lot entrou em Soar. Então o Senhor fez chover sobre Sodoma e Gomorra enxofre e fogo que vinham do alto dos céus. Destruiu aquelas cidades e toda a planície, bem como todos os seus habitantes e a vegetação da terra. Entretanto, a mulher de Lot olhou para trás e transformou-se numa estátua de sal. Abraão levantou-se muito cedo e foi ao local onde estivera na presença do Senhor. Olhou para Sodoma e Gomorra e para toda a planície e viu o fumo que subia da terra, como fumo de uma fornalha. Foi assim que, ao destruir as cidades da planície, Deus se recordou de Abraão e fez que Lot escapasse à catástrofe, quando destruiu as cidades em que ele habitara.

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 25 (26), 2-3.9-10.11-12 (R. 3a)
Refrão: Tenho sempre diante de mim a vossa bondade. Repete-se

Observai-me, Senhor, e ponde-me à prova,
purificai-me os rins e o coração.
Tenho sempre diante de mim a vossa bondade
e deixo-me guiar pela vossa verdade. Refrão

Não permitais que a minha alma
se junte aos pecadores,
nem a minha vida aos homens sanguinários.
Suas mãos estão cheias de crimes
e a sua dextra foi subornada. Refrão

Eu, porém, procedo com rectidão:
salvai-me e tende piedade de mim.
Os meus pés seguem por caminho recto:
nas assembleias bendirei o Senhor. Refrão


ALELUIA Salmo 129 (130), 5
Refrão: Aleluia Repete-se
Eu confio no Senhor,
a minha alma espera na sua palavra. Refrão

EVANGELHO Mt 8, 23-27
«Levantou-Se, falou imperiosamente ao vento e ao mar
e fez-se grande bonança»


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, Jesus subiu para o barco e os discípulos acompanharam-n’O. Entretanto, levantou-se no mar tão grande tormenta que as ondas cobriam o barco. Jesus dormia. Aproximaram-se os discípulos e acordaram-n’O, dizendo: «Salva-nos, Senhor, que estamos perdidos». Disse-lhes Jesus: «Porque temeis, homens de pouca fé?». Então levantou-Se, falou imperiosamente ao vento e ao mar e fez-se grande bonança. Os homens ficaram admirados e disseram: «Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?».

Palavra da salvação.

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Senhor nosso Deus,
que assegurais a eficácia dos vossos sacramentos,
fazei que este serviço divino
seja digno dos mistérios que celebramos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 102, 1
A minha alma louva o Senhor,
todo o meu ser bendiz o seu nome santo.

Ou cf. Jo 17, 20-21
Pai santo, Eu rogo por aqueles que hão-de acreditar em Mim,
para que sejam em Nós confirmados na unidade
e o mundo acredite que Tu Me enviaste.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Concedei-nos, Senhor,
que o Corpo e o Sangue do vosso Filho,
oferecidos em sacrifício e recebidos em comunhão,
nos dêem a verdadeira vida,
para que, unidos convosco em amor eterno,
dêmos frutos que permaneçam para sempre.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.



«Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?».

Mateus 8,23-27

                   
MÉTODO DE ORAÇÃO BÍBLICA


     1. Leitura: Lê, respeita, situa o que lês
     - Detém-te no conteúdo de fé e da passagem que leste

     2. Meditação: Interioriza, dialoga, atualiza o que leste

     - Deixa que a passagem da Palavra de Deus que leste “leia a tua vida” 
     3. Oração: Louva o Senhor, suplica, escuta

     - Dirige-te a Deus que te falou através da Sua Palavra


LEITURA: - Gen 19, 15-29: Estas duas cidades são o símbolo do pecado e da impiedade, e o castigo que sofreram manifesta que Deus não pode pactuar com o mal, mas que, mesmo no meio das maiores catástrofes, Ele sabe sempre salvar e libertar. A história dos homens, mesmo quando ela é uma história de pecado, torna-se, pela ação de Deus nela, história de salvação.

Mt 8, 23-27: Os discípulos mostraram-se “homens de pouca fé”, ao pensarem que Jesus a dormir não os poderia salvar! “Homens de pouca fé”, também nós o somos, quando, no meio das calamidades da vida, não percebemos que o Senhor continua presente e não O invocamos, a Ele que está sempre pronto a salvar-nos.

ORAÇÃO:
- Senhor, que pela vossa graça nos tornastes filhos da luz, concedei que  permaneçamos sempre no esplendor da verdade.



INTENÇÕES DO SANTO PADRE - JULHO
Intenção Geral: Jornada Mundial da Juventude:
Para que a Jornada Mundial da Juventude no Brasil anime todos os jovens cristãos a tornarem-se discípulos e missionários do Evangelho.
Intenção Missionária: Evangelização na Ásia:
Para que, na Ásia, se abram as portas aos mensageiros do Evangelho.



ATIVIDADES PAROQUIAIS
                            09.00 horas: Missa em Almodôvar
                            18.00 horas: encontro do Movimento dos Cursillistas
                           


AGENDA PAROQUIAL
2013.07.01-07



DIA
INTENÇÃO
A PEDIDO
01 – Segunda
+ Francisco Mestre Guerreiro
+António Domingos Simão Messias
+ Maria José Torres Bernardino e Maria de Jesus
+ Domingos Francisco Messias e Maria José Simão
+ António Paixão e familiares falecidos
Esposa e filhos
Esposa e filhos
Rafael Bernardino
Maria Cândida
Mariana Vitalina
02 – Terça


03 – Quarta
+ Custódio Dias, Clarisse Gonçalves Dias e Lucinda da Conceição
Maria Domitília
04 – Quinta
+ Teresa Palhinha
+ João Luís – Aniv. De nascimento
+Manuel João Sousa, esposa e familiares falecidos
Marido e filhos
Esposa e filhos
Família
05 – Sexta
+ Francisco Teixeira Colaço
+ Jacinto Manuel Dias
Apostolado da Oração
Esposa
Esposa e filhos
06 – Sábado
Promessa dos escuteiros

07 – Domingo
Comunidade


Ø Todos os dias, depois da Missa oportunidade para confissões
Ø Terça, dia 02, às 18.00 horas: Encontro dos cursilhos de cristandade
Ø Quarta, dia 03, às 21.00 horas: ensaio de canto
Ø Quinta, às 21.00 horas: adoração ao santíssimo
Ø Sexta, às 17, 30, reunião do Movimento do Apostolado de Oração
Ø Sexta, às 21.00 horas: Vigília dos escuteiros
Ø Sábado, às 09.00 horas: Promessa dos escuteiros
Ø Domingo, às 17.00 horas: ordenação sacerdotal do diácono José Bravo em Beja