pARÓQUIA
DE ALMODÔVAr
Quarta, 28 de Novembro
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Quarta XXXIV SEMANA TEMPO COMUM -
ANO B
ANTÍFONA
DE ENTRADA Salmo
84, 9:
O Senhor fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis
e a todos os que a Ele se convertem de coração sincero.
ORAÇÃO COLETA
Despertai, Senhor, a vontade dos vossos fiéis,
para que, correspondendo mais generosamente
à acção da graça divina,
recebamos maiores auxílios da vossa bondade.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
LEITURA I - Ap 15, 1-4:
«Cantavam o cântico de Moisés e o
cântico do Cordeiro»
Leitura do
Livro do Apocalipse
Eu, João, vi no Céu mais um sinal, grandioso e admirável: sete Anjos com sete
flagelos, que são os últimos, porque eles vinham consumar a ira de Deus. Vi
também uma espécie de mar de cristal misturado com fogo. Sobre o mar de
cristal, estavam de pé, os vencedores do Monstro, da sua imagem e do número
do seu nome. Tinham na mão harpas divinas e cantavam o cântico de Moisés, o servo
de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: «Grandes e admiráveis são as
vossas obras, Senhor, Deus omnipotente. Justos e verdadeiros são os vossos
caminhos, Rei das nações. Senhor, quem não há-de temer e glorificar o vosso
nome? Porque só Vós sois santo e todas as nações virão prostrar-se diante de
Vós, porque se manifestaram os vossos juízos».
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 97 (98), 1.2-3ab.7-8.9 (Ap 15, 3b):
Refrão: Grandes e admiráveis são as vossas obras,
Senhor Deus omnipotente. Repete-se
Cantai ao Senhor um cântico novo
pelas maravilhas que Ele operou.
A sua mão e o seu santo braço
Lhe deram a vitória. Refrão
O Senhor deu a conhecer a salvação,
revelou aos olhos das nações a sua justiça.
Recordou-Se da sua bondade e fidelidade
em favor da casa de Israel. Refrão
Ressoe o mar e tudo o que ele encerra,
a terra inteira e tudo o que nela habita;
aplaudam os rios
e as montanhas exultem de alegria. Refrão
Diante do Senhor que vem,
que vem para julgar a terra:
julgará o mundo com justiça
e os povos com equidade. Refrão
ALELUIA Ap 2, 10c
Refrão: Aleluia. Repete-se
Sê fiel até à morte, diz o Senhor,
e dar-te-ei a coroa da vida. Refrão
EVANGELHO Lc 21, 12-19:
« Todos vos odiarão por causa do meu nome;
mas nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá»
A destruição do templo e da cidade será acompanhada da perseguição. O que
aconteceu aos habitantes de Jerusalém, como é descrito nesta leitura,
repetiu-se, algum tempo depois, em todo o império romano. Nesta passagem
anuncia-se um fim, fim que o foi para os perseguidores, não para os
perseguidos, que, a esses, o Nome do Senhor por quem sofriam os salvou. Deste
modo, o fim deste tempo litúrgico, que nos recorda o fim dos tempos,
anuncia-nos a vitória pascal do Senhor, que, depois de crucificado,
ressuscitou e vive para sempre.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Deitar-vos-ão as mãos e
hão-de perseguir-vos, entregando-vos às sinagogas e às prisões,
conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome.
Assim tereis ocasião de dar testemunho. Tende presente em vossos corações que
não deveis preparar a vossa defesa. Eu vos darei língua e sabedoria a que
nenhum dos vossos adversários poderá resistir ou contradizer. Sereis
entregues até pelos vossos pais, irmãos, parentes e amigos. Causarão a morte
a alguns de vós e todos vos odiarão por causa do meu nome; mas nenhum cabelo
da vossa cabeça se perderá. Pela vossa perseverança salvareis as vossas
almas».
Palavra da salvação.
ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS:
Recebei, Senhor, estes dons sagrados
que nos mandastes oferecer em honra do vosso nome
e fazei que, obedecendo sempre aos vossos mandamentos,
nos tornemos também nós
uma oblação agradável aos vossos olhos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 116, 1-2:
Louvai o Senhor, povos de toda a terra,
porque é eterna a sua misericórdia.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO:
Deus todo-poderoso e eterno,
não permitais que se separem de Vós
aqueles a quem destes a graça
de participar neste divino sacramento.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
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"O maior herói é aquele que faz do inimigo um amigo"
Talmud
Método de oração Bíblica
1. Leitura: Lê, respeita, situa o
que lês
- Detém-te no conteúdo de fé e da passagem
que leste
2. Meditação: Interioriza, dialoga,
atualiza o que leste
- Deixa que a passagem da Palavra de Deus
que leste “leia a tua vida”
3. Oração: Louva o Senhor, suplica,
escuta
- Dirige-te a Deus que te falou através da
Sua Palavra.
LEITURA: Ap 15, 1-4:«
Antes de serem apresentados os sete flagelos, intercala-se aqui a visão dos
Santos, vencedores do Monstro, isto é, os que não cederam à perseguição dos que
os queriam arrastar para a idolatria pagã. Eles cantam em coro o cântico da
libertação, que, no Antigo Testamento, celebrava a saída do Egipto e a passagem
para a Terra Prometida. Este Cântico de Moisés, cantamo-lo nós hoje na Vigília
pascal, depois da leitura da passagem do Mar Vermelho. Com maior razão o podem
cantar os santos no Céu, eles que já entraram na posse definitiva da Terra
Prometida, como com razão ainda maior cantam o Cântico do Cordeiro, do Senhor
que morreu e ressuscitou para ressuscitar e dar a vida divina àqueles que n’Ele
crêem, O esperam e O amam.
Lc 21, 12-19:
A destruição do templo e da cidade será acompanhada da perseguição. O que
aconteceu aos habitantes de Jerusalém, como é descrito nesta leitura,
repetiu-se, algum tempo depois, em todo o império romano. Nesta passagem
anuncia-se um fim, fim que o foi para os perseguidores, não para os
perseguidos, que, a esses, o Nome do Senhor por quem sofriam os salvou. Deste
modo, o fim deste tempo litúrgico, que nos recorda o fim dos tempos,
anuncia-nos a vitória pascal do Senhor, que, depois de crucificado, ressuscitou
e vive para sempre.
Oração: Senhor ajuda-me a valorizar os que
dão tudo a favor dos demais.
A palavra do pastor:
Sinais de
esperança:
1.
Esperança
ativa.
Não sei se ouço
bem e as minhas fontes de informação serão as melhores e mais verdadeiras. Mas
também não reajo apenas por ouvir dizer, mas também pelo que vejo, constato e
sinto. Muitas empresas fecham, aumentando o número de desempregados, de todas
as idades e níveis sociais. O orçamento do governo para 2013 foi aprovado na
Assembleia da República, mas com votos contra de toda a oposição e mesmo de um deputado
da maioria governamental e também com muitas manifestações adversas.
Adivinha-se um
ano ainda com mais austeridade, sem termos a certeza do seu êxito. Haveria
alternativas? Uns dizem que sim e outros que não. De qualquer modo dependemos
da boa ou má vontade dos nossos credores. Porque nos endividamos tanto? Valeu a
pena? Ou queimamos em consumos desnecessários o que agora nos falta para viver
com dignidade? Porque só agora acordamos de uma vida social e política sem
controlo nem preocupações? Haverá culpados e porque não assumem a
responsabilidade do rumo errado em que puseram o nosso povo e o nosso país? Estas
e muitas outras perguntas poderiamos fazer, mas não sei se nos ajudarão a
resolver os problemas, pois há milénios que a humanidade tem trilhado caminhos
errados, sabendo que são becos sem saída. De vez em quando repetimos os mesmos
erros. Por isso, como pessoa que acredita em Deus e tem a missão de testemunhar
essa fé, com S. Paulo, também eu exclamo: Se Deus, que nos manifestou tão grande
amor no dom de Jesus Cristo, é por nós, não precisamos de viver na angústia,
embora também soframos as consequências dos erros e do pecado da humanidade (cf
Rm 8,31 ss).
Não estamos
perdidos no emaranhado deste mundo e no egoísmo da nossa sociedade. Há muitos
sinais de esperança à nossa volta. Muita gente está disposta a partilhar tempo,
saber, haveres e até a vida. O voluntariado e a solidariedade estão na ordem do
dia, manifestados em muitas ações e instituições, que não enuncio aqui, para
não deixar ninguém de fora. É este novo espírito e confiança na abertura a Deus
e a todos os nossos irmãos, também eles, como nós, filhos do mesmo Deus e
chamados a participar na sua vida, que me anima a mim e a muitos comigo. A
figura deste mundo egoista e consumista há-de passar. Comecemos nós a amar os pobres,
os que sofrem, a ser simples e austeros, pois a mudança começa por nós mesmos.
Sejamos nós sinais dessa vida diferente, irmanada na vida de Jesus Cristo, cujo
nascimento entre nós, pobre apesar de tudo poder, para servir e não para ser
servido, é um grande anúncio do aparecimento de uma nova humanidade. Esta
esperança ativa, porque anunciada, rezada e vivida, que os crentes, os cristãos
devem viver e testemunhar, será um grande desafio do novo tempo e ano que vai
começar, o ano litúrgico da Igreja, no primeiro domingo do Advento, já no
próximo domingo.
2. O Sínodo
diocesano renova a nossa esperança e testemunho Também esta semana, no dia 1 de
Dezembro, vamos iniciar o nosso sínodo diocesano, isto é, uma assembleia de
representantes da Igreja católica no Baixo Alentejo, área da diocese de Beja,
para reavivarmos as raizes da nossa fé, descobrindo os melhores meios para que
cresça a árvore da fé
no meio deste
povo, dê frutos para a sua vida e sombra, ajuda e estímulo para a construção de
uma sociedade mais fraterna, irradiante de uma nova esperança.
Para que esta
assembleia de representantes diocesanos seja sensível à situação do nosso povo,
assuma os sentimentos de Jesus Cristo, que se compadecia das multidões
esfomeadas do pão material e do pão do espírito e encontre caminhos de
esperança para a sua vida, peço a oração e a colaboração interativa de todos.
Comunidades alegres, orantes, repletas de esperança, conhecedoras dos
fundamentos da sua fé, espelhada na vida e mensagem de Jesus Cristo, fraternas
e solidárias, podem prestar um grande serviço a este povo, para que ultrapasse
a depressão do presente e tenha vida em abundância.
Nestas palavras
redundantes deixo expresso o meu desejo daquilo que espero do tempo do Advento
e do Sínodo diocesano, que agora começamos. Confio este desejo à intercessão de
Maria, a Senhora da Boa Esperança, a Estrela do Mar, e a S. José, padroeiro da
nossa diocese de Beja. Como eles, não tenhamos medo, pois a Deus nada é
impossível.
† António
Vitalino, Bispo de Beja.
AGENDA
PAROQUIAL
09.45 horas: Reunião arciprestal em
Santa Ana da Serra
INTENÇÕES DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO:
MÊS DE NOVEMBRO 2012
Para que os bispos, os sacerdotes e todos os
ministros do Evangelho dêem um testemunho corajoso de fidelidade ao Senhor
crucificado e ressuscitado. [Intenção
Geral]
Para que a Igreja peregrina
sobre a terra resplandeça como luz das nações. [Intenção Missionária].
Uma
história de cada vez:
UM PEDAÇO DE BOLO
Às vezes nos perguntamos: "O que é que eu fiz para merecer isto?",
ou "Por que é justamente Deus tinha
que fazer isto comigo?". Aqui vai uma belíssima explicação.
A filha contava à mãe como tudo lhe saíra mal
naquele dia: - a prova de matemática correra mal, o namorado resolveu terminar
com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra
parte do país…
Entretanto a mãe estava fazendo um bolo e
perguntou se a filha queria um pedaço. Ela que respondeu: - “É claro mãe, eu adoro os teus
bolos”.
-“Então
come um pedaço de farinha” disse-lhe a mãe.
- “Credo”! respondeu a filha.
- “Que tal,
então comer uns ovos crus?”
- “Que
nojo, Mãe”!
- Queres
então um pouquinho de farinha de trigo ou bicarbonato de sódio?
- “Mãe,
isso não presta”!
Então a mãe considerou: - “É verdade, filha. Todas essas coisas parecem
ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na justa medida,
elas fazem um bolo delicioso! Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente
pergunta-se por que é que nós passamos por momentos difíceis. Mas Deus sabe que
quando Ele põe
todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem. A gente só precisa confiar
n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão em algo fantástico! Deus é louco por nós.
Ele nos manda flores em todas as Primaveras e o Sol todas as manhãs. Sempre que tu quiseres conversar, Ele te vai
ouvir. Ele pode viver em qualquer lugar do universo, contudo Ele escolheu o teu
coração. Lembra-te: A vida pode não
ser a festa que nós esperávamos, mas será sempre um dom que Ele nos concede!